Em Brasília, Camilo contesta Previdência e se aproxima do julgamento que pode soltar Lula | Araripe News

Em Brasília, Camilo contesta Previdência e se aproxima do julgamento que pode soltar Lula


Em Brasília, Camilo contesta Previdência e se aproxima do julgamento que pode soltar Lula (Foto:Reprodução/Facebook)

Camilo Santana percorre nesta terça (11) os corredores de Brasilia. 
Uma reunião com os governadores brasileiros durante a manhã elencou 
os pontos de divergência com a reforma da Previdência proposta por 
Paulo Guedes. Ao menos seis mudanças foram apresentadas pelo grupo.

O chamado Fórum dos Governadores Brasileiros teve a participação do 
Presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM) e da Líder do 
Governo na Câmara, Deputada Joice Hasselman (PSL). 

Em transmissão ao vivo após o encontro, o governador cearense disse 
que questões como aposentadoria rural, benefício de prestação 
continuada, aposentadorias de professores e capitalização são as 
principais divergência e que, segundo disse, é um consenso entre os 
gestores. 

Segundo o governador, “o próprio relator (da proposta) e o presidente da 
Câmara enxergam a necessidade de rever todos esses pontos e se isso 
for reconsiderado talvez haverá um consenso dos governadores na 
tentativa de garantir uma reforma que não prejudique os mais pobres e 
que retire privilégios”.

Tarde e STF

Durante a tarde Camilo ainda se encontra de modo reservado com 
Rodrigo Maia, se reúne com ministros e acompanha de perto a sessão 
no 
STF (Supremo Tribunal Federal), na qual será julgado pela Segunda 
Turma um pedido de liberdade do ex-presidente Lula, detido em 
Curitiba em decorrência da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. 

Santana não deu mais detalhes sobre o julgamento, mas deve se 
aproximar dos desdobramentos. Caso julgue positivo pelo Supremo, 
Lula poderá ser solto ainda nesta terça-feira.

As questões que orbitam o caso estão latentes desde ontem, segunda, 
após a divulgação de supostas conversas do então juiz Sérgio Moro e o 
procurador Deltan Dallagnol que teriam ocorrido entre 2015 e 2018 
através do aplicativo de troca de mensagens instantâneas Telegram. 

A matéria dada com exclusividade pelo site Intercept Brasil mostra o que 
seria uma interferência de Moro nas investigações e processo que mais 
tarde serviriam como embasamento para pedir a prisão do petista. 



Por Felipe Azevedo/Agência Miséria
Miséria.com.br

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