Antonia foi morta numa vereda de acesso à sua casa em Assaré
(Foto: Reprodução/ Redes sociais)
Por Demontier Tenório
Miséria.com.br
Um homicídio envolto em mistério foi registrado na noite desta quinta-feira na zona rural de
Assaré. O corpo da agricultora Antonia Pereira de Oliveira, de 69 anos, que residia no
Sítio Limão, foi encontrado em meio a escuridão de uma vereda de acesso à sua casa. Ela
apresentava uma profunda perfuração no pescoço provavelmente originada por um golpe de
foice e o cadáver foi encontrado por uma pessoa identificada apenas por “Cícero” quando
passava em sua moto tratando de avisar aos familiares da vítima.
A polícia de Assaré foi informada, mas os militares estavam num procedimento em Crato
A polícia de Assaré foi informada, mas os militares estavam num procedimento em Crato
quando viaturas de Antonina do Norte e Campos Sales estiveram no local com o Subtenente
Cosmo, o Tenente Henrique, os Sargentos Matias e Nobre e o Soldado Rocha. O marido dela
Antonio Alves de Oliveira do Carmo disse aos PMs que a mulher tinha saído para a casa de
um vizinho e ao retornar pela vereda acabou sendo assassinada.
Já o vizinho confirmou para a polícia que Antonia esteve em sua casa e ficou surpreso ao
Já o vizinho confirmou para a polícia que Antonia esteve em sua casa e ficou surpreso ao
tomar conhecimento do seu assassinato momentos após sua saída. De acordo com o
companheiro da vítima, ela não tinha inimizades e não fazia a menor idéia sobre a autoria do
crime, enquanto a polícia não observou indicativos de um latrocínio. O corpo de Antonina
foi recolhido pelo rabecão a fim de ser necropsiado na Perícia Forense de Juazeiro.
Este foi o primeiro homicídio deste ano em Assaré e o último tinha ocorrido no dia 11 de
Este foi o primeiro homicídio deste ano em Assaré e o último tinha ocorrido no dia 11 de
dezembro quando Lindomar Caetano da Silva, de 26, que residia no bairro José Dodô foi
morto a tiros e facadas. Já a última mulher assassinada em Assaré tinha sido no dia 21 de
fevereiro de 2018 quando a acadêmica Juliana Alves de Oliveira, de 19 anos, morreu no IJF
em Fortaleza. Ela teve o corpo incendiado pelo pai ao chegar embriagado em casa no bairro
Coruja e o mesmo também faleceu.
Por Demontier Tenório
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